Mostrando postagens com marcador Dilma Rousseff. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dilma Rousseff. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Vídeos do kit anti-homofobia vetados por Dilma

Os vídeos a seguir foram vetados pela presidente Dilma Rousseff, após repúdio da Frente Evangélica do Congresso, que também condenou o material impresso, usado em escolas, desde 2008, referente à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST), gravidez precoce e homossexualismo. Esse material, agora tirado de circulação pelo governo, era composto por cartilhas do Programa DST Aids, do Ministério da Saúde.

O material audiovisual, que já estava disponível na internet, compunha um kit direcionado a alunos de 15 a 18 anos do ensino médio das escolas públicas. Constavam do kit, além dos vídeos, um cartaz, seis boletins e cartas de apresentação do material aos professores. A assessoria de imprensa do governo informou que o kit ainda não tinha sido aprovado pelo MEC e que seria divulgado apenas para professores de localidades onde fossem registradas ocorrências de bulling ou de violência motivada por homofobia.









terça-feira, 19 de abril de 2011

Sincera homenagem ao Dia do Índio - Xingu Vivo - Pare Belo Monte

Neste 19 de abril, vimos prestar a homenagem mais necessária neste doloroso momento da vida dos povos do Xingu, há anos ameaçados pela sombra de um pesadelo que ameaça transformar-se em realidade, em triste e iminente futuro: a catastrófica presença da usina de Belo Monte. #PAREBELOMONTE #BELOMONTENAO #XINGUVIVO



Conselho de direitos humanos aponta ausência absoluta do Estado em Belo Monte:


Presidente Dilma, Ministro Antonio Patriota e Ministra Maria do Rosário Nunes, como um cidadão brasileiro consciente, eu apoio a OEA no seu pedido para interromper a construção de Belo Monte. O Brasil precisa investir em energia verdadeiramente renovável, que não destrói o meio ambiente ou atinge populações vulneráveis. Ouça a OEA e pare Belo Monte! Assino esta petição online:

sábado, 19 de março de 2011

Texto completo do Comunicado Conjunto de Dilma Rousseff e Barack Obama

Pode-se ler o texto publicado hoje, 19 de março de 2011, no site do Ministério das Relações Exteriores. Esse texto tem o seguinte título: "Comunicado conjunto da presidenta Dilma Rousseff e do presidente Barack Obama". Abaixo da versão em português, está a versão em inglês (English version): "Joint Statement by President Rousseff and President Obama".

http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/notas-a-imprensa/comunicado-conjunto-da-presidenta-dilma-rousseff-e-do-presidente-barack-obama-brasilia-19-de-marco-de-2011

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Um presente para os eleitores de Lula e Dilma: Dilma nos EUA

Depois da boataria que tanto depreciou a militância política de Dilma Rousseff durante a ditadura militar brasileira, um programa de TV, em Nova York, Democracy Now, mostra que a presidenta lutou heroicamente pela democracia.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Memória relatada da ditadura militar: quem quereria ouvir canalhas?

O lírico relato a seguir foi-me brindado, via email, por Paulo de Tarso Correa, grande amigo que conheci pelo Twitter, durante o segundo turno das últimas eleições presidenciais, quando,  na grande mídia e na internet, vieram à tona apelos fascistoides da extrema-direita, que tantos malefícios já causou ao nosso país, com o apoio cego de setores conservadores e/ou alienados da classe média. Impuseram-nos um regime militar que dilapidou o patrimônio público e mergulhou-nos num mar de terrores silenciados, nos anos de 1964 a 1984.

Quem usa a rede social Twitter sabe que lá cada tweet (postagem) deve conter no máximo 140 caracteres, daí o Paulo referir-se a isso em seu emocionado e forte depoimento sobre reminiscências do que vivenciou nos tristes anos da ditadura militar brasileira, quando era um colegial.

Dedo duro! haha

Bem, vamos lá vovolescente Sonia,

Já estou no dia 2, porque o dia 1º foi pra ver Lula e Dilma! Enquanto escrevo para você, tomo uma Budweiser. Claro, adoro engolir os americanos, para depois soltá-los no vaso sanitário!

Mas vamos ao que interessa, até achei que não conseguiria em 140 toques... Como tenho um estilo meio poético e sou velhinho, gosto de falar muito, dá uma baita impressão de que ainda estou vivo, por isso esse preâmbulo necessário. kkkkkkkkkk

Sou  um cara não muito religioso, mas acredito muito no meu santo protetor, Jesus. Notou que estou te enrolando... rsrsrsrs

Bom, a coisa mais marcante da época da ditadura, para mim, aconteceu quando eu fazia o colegial - hoje não existe mais - e me lembro bem: um revólver na cara, com policial ameaçando me matar quando da invasão do CEMAB, em BSB. Olhe que nem estudava lá. Fui apenas acompanhar minha irmã. Fazia isso sempre.

Nos idos de 66 a 70 estudava no Elefante Branco, também em BSB. Morei lá de 1963 a 1975, e, naquela época, os chamados cursinhos pré-vestibulares ainda estavam no início e por isso não eram tão famosos. Nós, do ensino médio público, éramos favoritos no vestibular.

Lembro que muitos militares moravam em BSB, a ditadura estava imposta, mas éramos estudantes esclarecidos e tínhamos conhecimento do que podíamos falar e escrever publicamente e o que deveríamos fazer na “encolha”. Não éramos tão bobos assim, sabíamos que, de vez em quando, alguém desaparecia, principalmente professores.

Depois de alguns desaparecimentos, começamos a controlar o que acontecia e verificar quem estudava com a gente. Descobrimos que vários filhos de militares estudavam com a gente, e passamos a ver qual tipo de conversa tinham. Comunicamos isso ao diretor, pessoa de nossa confiança, e ele ficou de nos passar a mensagem da secretaria de educação “recomendando” a saída de professores.

Lembro que uma professora de Moral e Cívica resolveu falar sobre educação sexual com a gente. Prestamos atenção nos filhos de milicos e vimos constrangimento, reclamações. Semana seguinte, cadê a professora? Perdemos a matéria. Foi-nos informado que não haveria mais necessidade daquela matéria, estávamos passados, com notas boas...

Procuramos nosso amigo diretor e ele nos repassou que houve reclamações de alunos sobre a questão sexual nas salas de aula.

Agora a parte da história quanto a qual eu considero estar em dívida até hoje. Claro, na época, não tinha força e nem tenho até hoje para esclarecer os fatos, mas acho que estamos devendo, todos os alunos do Elefante Branco. Carrego o peso na consciência de não poder ter feito nada, por isso gostaria muito de saber o que aconteceu a ele, nosso diretor.

Sabe Sonia, sei que não sou porra nenhuma neste mundo, valho menos que um átomo... Mas tenho consciência... E o mais duro de tudo é ter consciência, saber que aconteceu, saber que estávamos lá, saber que não tínhamos força para impedir... E nisso vai o apego à vida, jovens sem maturidade suficiente para a luta.

Estou sendo contraditório, porque sabíamos o que estava acontecendo, poderíamos gritar, sim! Mas quem quereria nos ouvir?

Que merda nos aconteceu! Passamos a juventude calados e amordaçados por falta de coragem e hoje temos um país com tantos preconceitos e racismo. Ou seja, somos culpados, pois deixamos que eles se difundissem.

Mas, vamos ao que interessa: nosso diretor.  Não lembro mais o nome dele... Quem era o diretor do Elefante Branco nos idos de 66 a 70? Alguém saberia me informar?

 Não devia ter cutucado o assunto.  Chorei e estou fumando enquanto escrevo essas linhas para você. Não é fácil... Só a vontade da Dilma para perdoar... E olha que não passei um milésimo do que ela passou...

Tínhamos um grande espaço vazio no Elefante Branco, e era sonho do diretor construir ali nossa área de educação física, desportos, com piscina, estádio de futebol, área de judô. O homem já pensava no nosso futuro como desportistas. Solicitou a verba ao Ministério da Educação e não conseguiu. Teve, então, a ideia pegar o equivalente, na época, a cerca de cinco reais de cada aluno e fazer a construção.

Objeções só houve por parte dos filhos dos milicos. Cooperamos.  A construção foi realizada. Na data de inauguração, todos nós preparados para o evento, recebemos, porém, a notícia de que o diretor não viria mais e que tudo o que foi construído passaria a pertencer ao GDF, sendo desmembrada essa área do Elefante Branco.

Terminei meus estudos naquele centro, vendo várias pessoas usarem aquele centro de desportos construído para nós, com nosso mísero dinheiro, roubado de nós pelos militares, por seus filhos que só colaboraram no sumiço de professores.

Descobrimos, depois, que não eram só os filhos de militares que estavam nos vigiando. Havia policiais novos, recém-admitidos, no meio da gente. Canalhas que devem ter a mesma idade que eu tenho hoje. Quando descobríamos um destes, era até muito engraçado. Dávamos gelo direto, e o cara desaparecia do colégio.

Agora sorrio um pouco. Não guardo na memória esses FDP, mas os professores que deixei de ver ainda lembro, menos seus nomes. Deve ser uma coisa de meu santo protetor...

Meu sonho: saber onde foi parar aquele nosso diretor, meu professor de Biologia, minha professora de Moral e Cívica.

Bom, Sonia, não sei se o que contei tem alguma valia, mas você me ajudou bastante. Soltei algumas coisas engasgadas. Não sei, acho que os guris e gurias de 64, adolescentes  de 70, têm muita coisa para contar, mas não sabem como... É muito difícil.

My teacher, por favor corrija os erros de português, sempre tive nota ruim nessa matéria. Ah, se precisar de alguma história de milagre também tenho. Sou um veinho conversador. Bêbado, então, conto até minhas infidelidades em 36 anos de casado.kkkkkkkkk

Mais uma coisa: militar daquela época era muito tapado. Certa vez, quando eu passeava com minha família, paramos numa blitz do exército. Tinha muito disso naquela época. Perguntam meu nome.  
- Paulo de Tarso Correa, respondi.
- Você é parente do Paulo de Tarso, ministro?! perguntou o soldado.
- Ele é meu filho, tem o nome do apóstolo Paulo, disse minha mãe.
- Liberados, podem passar! anunciou o soldado.

Aí, moça, acho que deu mais de 140 toques.rsrsrs Tô mais feliz, desabafei mais um pouco...

Eu, canalha por natureza!

sábado, 1 de janeiro de 2011

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Afinal, o que é Dilma Pokemon?

Mais um vídeo que faz sucesso entre a garotada (e os não mais garotos) da internet. Dilma enfrenta Serra num game que faz alusões à campanha eleitoral.

domingo, 31 de outubro de 2010

Mulher brasileira em 1º lugar: Dilma Rousseff é presidente do Brasil

A verdade venceu o ódio apregoado na campanha do candidato do PSDB-DEM, José Serra.

Não se faz política ética com campanha de calúnia e difamação. O povo brasileiro deu sua resposta nas urnas, neste histórico 31 de outubro de 2010, quando, pela primeira vez no Brasil, uma mulher chegou ao topo do executivo.

Parabéns à mulher brasileira!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Luis Nassif comenta debate Dilma x Serra pela twitcam

O penúltimo debate entre os candidatos à presidência, ocorrido em 25/10/2010 e promovido pela Rede Record, foi acompanhado pelo jornalista Luis Nassif, em transmissão pelo Twitter (twitcam). Nesse vídeo, tem-se o áudio do debate, com imagens e comentários simultâneos de Nassif.

Atualização: como o vídeo foi retirado, substituimos por outro, no qual Nassif explica porque a grande mídia tomou conta da campanha de Serra.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Artistas que votam na Dilma no 2º turno (vídeo)

O Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, palco de momentos importantes da história brasileira, foi o local escolhido para um ato de apoio à candidata Dilma Rousseff, na segunda-feira, dia 18. Muitos artistas e intelectuais estiveram presentes, em defesa da candidata petista. No vídeo a seguir, tem-se uma ideia da expressão desse ato público que reuniu tantas personalidades brasileiras e público que lotou o teatro.
Relação de artistas e intelectuais que apoiam Dilma Rousseff: Aderbal Freire Filho - diretor de teatro, Alcides Nogueira - dramaturgo e roteirista, Alceu Valença - compositor, Alcione - cantora, Aldir Blanc - compositor e escritor, Álvaro Caldas - jornalista, Ana Terra - compositora, André Klotzel - cineasta, André Luiz Oliveira - cineasta, Anne Pinheiro Guimarães - cineasta, Antonio Grassi - ator, Antonio Pitanga - ator, Argemiro Ferreira - jornalista, Armando Freitas Filho - poeta, Benvindo Siqueira - ator, Beth Carvalho - cantora, Beth Formaggini - cineasta, Carlos Augusto Brandão - crítico de cinema, Celso Frateschi - ator e diretor, Chico Buarque de Holanda - compositor e escritor, Chico Cesar - cantor e compositor, Chico Diaz - ator, Claudia Furiati - historiadora e escritora, Cláudio Baltar - diretor de teatro, Cristina Buarque de Hollanda - cantora, Daniel Sroulevich - produtor cultural, Daniel Souza - designer e empresário, Datena - apresentador TV, Débora Duboc - atriz, DJ Malboro, Dau Bastos - escritor e editor, Dira Paes - atriz, Domingos de Oliveira - diretor teatral e cineasta, Edgar Vasques - cartunista, Ednardo - cantor, Eduardo A. Russo - crítico de cinema, Eduardo Figueiredo - produtor teatral, Edu Lobo (compositor), Elba Ramalho - cantora, Eric Nepomuceno - jornalista e escritor, Eryk Rocha - cineasta, Fafá de Belém - cantora, Fernando Moraes - escritor, Felipe Radicetti - compositor, Gabriel (o pensador) - compositor, Geo Brito - teatrólogo, Geraldo Moraes - cineasta, Geraldo Sarno – cineasta, Gilberto Gil - compositor, Glauber Piva - cineasta, Hector Babenco - cineasta, Helena Sroulevich - produtora cultural, Helvécio Ratton - cineasta, Hermano Figueiredo - cineasta e cineclubista, Hugo Carvana - ator e cineasta, Ivan Lins - compositor, Ira - grupo rock, Ivete Sangalo - cantora, Janaina Diniz - cineasta, Jesus Chediak - cineasta e produtor cultural, João Bosco - cantor e compositor, João Carlos Couto - dramaturgo e produtor teatral, Joel Pizzini - cineasta, Jorge Furtado - cineasta, José de Abreu, José Joffily - cineasta, José Roberto Filippelli, Karen Acioly - diretora teatral, Lecy Brandão - cantora, Lenine - compositor, Leonardo Boff - teólogo, Leopoldo Nunes - cineasta e agente cultural, Lucélia Santos - atriz, Lucia Murat - cineasta, Lúcia Rocha - curadora do Tempo Glauber, Lucília Garcez - escritora, Lucy Barreto - produtora, Luma de Oliveira - atriz, Luis Fernando Veríssimo - escritor, Luiz Antonio de Assis Brasil - escritor, Luiz Carlos Barreto - produtor, Luiz F. Taranto - jornalista e cineasta, Luiz Fernando Lobo - diretor artístico e ator, Luiz Fernando Lobo - diretor teatral, Manfredo Caldas - cineasta, Marcelo Laffitte - cineasta, Marcos Souza - músico e jornalista, Mariana Lima - atriz, Marieta Severo - atriz, Marília Alvim - cineasta, Mario Prata - escritor e dramaturgo, Marquinhos de Oswaldo Cruz - cantor e compositor, Martinho da Vila - compositor, Maurice Capovilla – cineasta, Maurício Machado - ator, Miguel Paiva - escritor e humorista, Miúcha - cantora, Monarco - compositor, Monique Gardenberg - cineasta e diretora de teatro, Murilo Salles - cineasta, Nelson Sargento - compositor, Nana Caymmi, Nei Lopes - compositor e escritor, Netinho, Noilton Nunes - cineasta, Orã Figueiredo - ator, Oscar Niemeyer - arquiteto (102 anos de idade e lucidez), Otto - cantor e compositor, Paloma Duarte - atriz, Paloma Rocha - cineasta, Paula Gaitán - cineasta e artista plástica, Paulo Betti - ator, Paulo Halm - roteirista e cineasta, Paulo Henrique Amorim - jornalista, Pedro Cardoso - ator, Raquel Karro - atriz, Ricardo Cota - Secretário de Comunicação (Governo do RJ), Ricardo Cravo Albin - jornalista, historiador e pesquisador da MPB, Ricardo Gontijo - jornalista, Roberto Berliner - cineasta, Roberto Gervitz - cineasta, Roberval Duarte - cineasta e produtor cultural, Rodrigo Targino - cineasta, Rogério Correa - cineasta, Rosa d’Aguiar Furtado -jornalista e tradutora (viúva de Celso Furtado), Rosemary - cantora, Rosemberg Cariry - cineasta, Rubens Rewald, Rubens Rewald - cineasta, Ruy Guerra - cineasta, Sandra Werneck - cineasta, Sara Rocha - produtora de cinema, Sérgio Sá Leitão - cineasta e administrador público, Silvia Buarque de Hollanda - atriz, Silviano Santiago - escritor, Sylvia Moreira - arquiteta e cenógrafa,  Susana Vieira - atriz, Tarcísio Meira - ator, Tata Amaral - cineasta, Tia Surica - sambista, Toni Venturi - cineasta, Tuca Moraes -atriz e produtora cultural, Vania Cattani - cineasta, Vicente Amorim - cineasta, Vinícius Reis - cineasta, Vladimir Carvalho - cineasta, Wagner Tiso - músico, Walter Carvalho - cineasta, Walter Lima Júnior - cineasta, Wolney Oliveira - cineasta, Zeca Pagodinho - cantor, Ziraldo - desenhista e escritor, Frei Betto - religioso, Emir Sader - sociólogo, Álvaro Caldas - jornalista, Ricardo Gontijo - jornalista, Regina Zappa - jornalista e escritora, Padre Ricardo Rezende, Paulo Sergio Niemeyer - arquiteto, Vera Niemeyer - arquiteta, Tulio Mariante - designer.